quarta-feira, 24 de novembro de 2010

a minha prima

é a maior.

jen: então, deixa a prima fechar o casaco.
-fecha-
sara: oh pima dexa eu fexar o caxaco
-fexa-
sara: agoa ja tens as maminhas guadadas.

<3

terça-feira, 9 de novembro de 2010

é a vida ahah

«Os cientistas descobriram que:

- uma boa queca dura, em média, aproximadamente 7 minutos (a respeito
disso, tem até um livro famo so chamado "Os Sete Minutos").

- O cálculo médio de uma queca é de 60 penetrações por minuto, o que indica
que o acto consiste em 420 penetrações.

- Supondo que o pénis tem em média 15(quinze) centímetros, significa que a
mulher recebe, em média, 6.300 centímetros de chibata, ou seja, 63 metro, em cada relação.

- Geralmente as mulheres fazem sexo 3 vezes por semana e, como o ano tem 52
semanas, então coisam 156 vezes por ano. Isto quer dizer que a mulher
recebe 9.828 metros de pénis por ano, ou o equivalente a quase 10 km de
pila/ano.

- A 10 km por ano, uma mulher de 25 anos, que tem sua vida sexual
iniciada, em média, aos 17 anos, já rodou uns 80 km. Ex.: [ 25 - 17 = 8
anos] [ 8x10km = 80 km !!!].

- Portanto, agora, podemos apresentar nossas amigas, ou namoradas, da
seguinte maneira: "Ó Zé, esta é a Maria. Ela trabalha num banco, tem 27
anos mas tá novinha!!! Só rodou uns 55 km!!! Ela tem uma quilometragem de
uma menina de 22/23 anos!!! Tá inteira, muito bem conservada. É como se
fosse ano 2002, modelo 2006!!!"

ENFIM... uma nova maneira para falar das MULHERES»

domingo, 7 de novembro de 2010

conjunção adversativa mas

chorei mais esta semana que em toda a minha vida.

(L

Pela primeira vez na vida me sinto amada.
Acredito que ficas comigo e não duvido disso.
AMO-TE MEU PEDRO.

o pior dia da minha vida.

6~11~2010.

sábado, 6 de novembro de 2010

tears

É incrível como não consigo explicar. É como se tudo se desfizesse agora, como se toda a minha vida me tivesse voltado costas.
Parece tudo tão triste, tão morto. Só te tenho a ti, meu pedro, o único que nunca está tão mal assim. O único.
Todos os outros me parecem tão infiéis, tão infantis, tão pouco maduros, que dá nojo ver como ainda não conseguem ignorar mentiras. Incrível.
Também me custa ver as minhas duas meninas tristes, tão infelizes. Não sei porquê, não consigo perceber o porquê de me doer tanto agora. Talvez fosse melhor «cagar e andar».
Aquilo a que chamo mãe não é nada mais nada menos do que uma faceta ridícula da estupidez.
Que filha quer ouvir palavras tão cruas e frias de alguém que a trouxe ao mundo?
Que rapariga quer ser violada por um sentimento, consumida por incertezas?


«But I will be the last one standing

domingo, 12 de setembro de 2010

paradox

mais que uma queda. um abismo.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

bff

catarina abreu, nada mais.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

~

contigo é diferente. é melhor.

não é michael jackson.

Não sei bem por onde começar…
Toda esta história começou em Abril, quando eu, estupidamente ou não, senti que amava alguém, pela primeira vez.

É difícil dizer o quando cresci, as coisas que aprendi, aquilo que disse, que hoje já não concordo, porque, sim, o amor cega. Não falando de aspectos, mas de sentimentos. Mesmo que tudo vos diga que não, esse tudo vos lembra dessa pessoa. Toda a gente tem de se chamar Miguel, e todas as marcas são Garcia qualquer coisa, e tudo tem que relembrar palavras, momentos, sensações.
Sim, Miguel Garcia.

Foi bastante simples chegar à conclusão de que te amava. Mas nunca chegarei à conclusão que te quero esquecer. Não quero, não me deixo fazê-lo. Não consigo, nem mesmo longe, noutro país, noutro mundo. Quem ama, nunca o quereria.

Por tudo aquilo que me mata, muito para além de tudo o que tenho passado, dito, errado, feito, enfim; tu és sem dúvida, o melhor, e o pior.

O melhor, porque me fazes sorrir, orgulho-me de quem gosto e de quem tu és. Apaixonei-me por esse teu sorriso maroto, o teu sentido de humor. A tua voz, ah; essa galdéria.

O pior, porque talvez tu não compreendas mesmo que aqui não há culpas, não há esperanças, não há prémios. Tu abafas tudo isso. Muitas vezes me dizes que complico. Já percebi, finalmente, já percebi. Aquilo a que chamas “complicar”, sou eu perguntar-te aquilo não me queres responder: aquilo que quero saber, o que me interessa a mim. Se puxo por ti, recuas, fechas-te em copas. Isso magoa, principalmente se um dia me pediste desculpa porque sabias o que era amar alguém que nos despreza, de propósito ou não, com poucas palavras, sem interesse.


«Já me esqueceste?».

Não me esqueci, e ficou mais marcado que a merda que me cravaste com a tesoura no braço.

«Sou forte por fora, por aguentar tanto tempo; por dentro, sou fraca por não deixar a droga».

Fechei-te no meu coração, num sítio em que não te ame.

BS ~

Eu fazia anos e estávamos deitados na relva, a observar as estrelas daquele céu brilhante, mais do que o habitual. Uma noite quente de verão.

Phil pegou-me na mão, lentamente, virando-se para mim, curvando o corpo, até me chegar aos lábios. Sentia-lhe o calor das costas, rasgava-as com as minhas mãos. Desceu para o pescoço, beijando cada espaço, preenchendo cada desejo.

Desceu a mão até à minha anca, e com o indicador, pescou algo dentro da minha camisola. Subiu e abraçou-me. Deixei-me ir com ele, deixei-me ser seduzida, deixei-me de tretas.

Trocámos olhares, sorrisos; rodávamos, escaldantes e agarrados, por aquele prado enorme. Via a lua nos seus olhos azul-safira, e fechei os meus. Beijei. Sentia-lhe a respiração quente e pausada na pele.

Tirou-me a camisola lentamente, deixou-me quente, e deslizou a mão pela minha coluna até à nuca, sempre colado aos meus lábios. Passou a mão pelo meu cabelo, sedoso, e puxou-o delicadamente para trás; agora, acariciava-me o peito, massajava-me o pescoço com todos aqueles mimos, enquanto lhe puxava a t-shirt para cima.

Escorregou as mãos e colocou-as por baixo da minha saia, pressionava as minhas pernas carinhosamente, e sorriu, fitando os meus olhos.

- Vai – disse-lhe.
Aproximou-se, e sussurrou ao meu ouvido:
- Amo-te.

- Não digas nada que já sei.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O primeiro sinal 1/3.

«Jesus, tanta coisa linda!»

E era o meu próprio roupeiro. O meu roupeiro mágico.
Na minha mala apenas levava o que me restava do incêndio, o telemóvel, algum dinheiro e a minha carteira com os meus documentos. Apenas isso. Embora levasse o meu diário, não tinha escrito nele.

Decidi dirigir-me à casa de banho. Ficava à esquerda da minha cama, por detrás de uma porta preta. Era roxa e branca, e estava decorada num estilo totalmente gótico alternativo.

Vi-me ao espelho. E vi outra vez. Uma sombra que não era minha. Um ser místico como um lobo.

Senti que me pegavam nos pés, e ouvi a porta trancar. Não me agradou nada. Depois senti um zumbido quente e rouco no ouvido.
Só percebi uma palavra.

«Death».
Nada que nunca tivesse visto, mas a verdade é que estava aterrorizada com o que tinha acontecido com a minha mãe. Fechei os olhos e senti o penetrar frio de agulhas, tão frias como aquelas que eu tinha levado contra as doenças. Ardia, queimava.

- Jodi…
O murmurar profundo e infinito de uma voz desconhecida, quase muda.
- Vem…

Doía-me o corpo, e como bichos, as agulhas iam-me trepando as pernas.
Fechei os olhos com tanta força que quando descontraí, eles também doíam. Apertei as mãos, uma contra a outra, com tanta força, e tentei que o fogo me ouvisse, me respondesse. Abri os olhos e senti o meu corpo tremer, de tão assustada que estava. Via o meu reflexo no espelho, trémulo, inseguro. Os meus olhos cor de âmbar dançavam com o fogo que neles se via, era o poder dentro de mim. Fechava-os devagar e abria-os com a mesma naturalidade. Senti um vento quente e vermelho rodopiar sobre mim. Quando larguei as mãos, senti um sorriso desenhar-se lentamente na minha cara, o meu cabelo moreno enrriçava-se, os meus caninos cresceram, as minhas unhas tornaram-se cortantes e afiadas e a minha roupa rasgava-se queimada pelo fogo que me incendiava a pele. Já não era eu. Já não me sentia em mim. Aquela dor tornava-se banal, e as picadas quase que faziam cócegas. Os meus olhos tornaram-se vermelhos como rubis e a minha pele mudou para uma tonalidade mais escura, um castanho acinzentado, com os pêlos brilhantes de um lobo. O lobo que tinha visto no espelho em casa de Bells e a sombra que via no espelho desde que tinha chegado àquele hotel. Começou-me a doer as costas, os ossos e os músculos. O meu peito doía-me de tal maneira, que me pus com os quatro membros no chão. A minha mentalidade mudou: pensei em destruir aquela porta negra e descer aquelas escadas, chegar à sala de entrada e sair para fugir, livre. Era um lobo, um animal.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

+1

- desci de nível
- rebaixei-me
- chorei
- amei
- chorei
- percebi
- interiorizei
- sorri
- voltei a ser o que era

35.45.13.17.

terça-feira, 15 de junho de 2010

dúvidas

Sim, tantas. Tenho medo, medo de te perder para sempre, medo de te afastar por ser assim. Sim, culpo-me a mim por não gostares de mim. Estou perfeitamente consciente que não devia fazer isso, mas é o que sinto, agora. Porquês, queria que mos explicasses. Por que razão me mentes sobre preocupação, quando me afastas quando posso estar contigo? Por que razão me tiras os únicos momentos felizes que tenho, ver-te sorrir, ouvir-te falar, ver-te bem.

Orgulho-me de ter esperado, de ter lutado por ti, até aqui. Orgulho-me disso porque provei que eu sou, contra todas as barreiras a que fui exposta, todos os imprevistos, contra todos, lutadora.

Mesmo sabendo que quem tu amas está tão perto, ver-vos aos dois como vos vi, custa-me mais que muita dor que já aguentei, muito mais sofrimento que já sofri.
Mentir e dizer que está tudo bem, nesta altura, é-me desnecessário. Já toda a gente sabe como estou. Já ninguém pergunta «tudo bem», perguntam «estás melhor».

O pior, não é não me amares. O pior é não amares e não perceberes, que aquilo que sinto por ti eu nunca senti por ninguém, não acreditares naquilo que eu digo, naquilo que eu mostro ser, que sou.
O pior, não é só gostares dela, é eu saber o que ela te continua a fazer a ti. Ver-vos a sorrir, a trocar olhares, e tu estares feliz, por estares com ela.
Quem me dera não saber tanto. Quem me dera, talvez, não gostar de ti.

Porque um simples sorriso muda muito.

Já nem sequer olhas para mim, foges. Já nem sequer pensas, esqueces. Já nem sequer falas. Ignoras. Afasta-te, se é o que queres. Mas diz-me. Diz-me.

A pergunta que mais rebobinei na minha cabeça estas semanas, «será que vale a pena».
Todo o mundo já me disse que não.
Toda a gente parece ver o que não vejo, e se calhar, esquecer-te é MESMO o melhor para mim.

No entanto, a verdade é que não te quero esquecer. Até ter certezas de que não vale a pena lutar por aquilo que eu mais quero. Até sentir que me esgotei, e não tenho mais saídas, não tenho a mínima chance de te ter para mim.

Queria tanto, tanto, que tudo fosse como eu idealizo, que todos esses momentos fossem reais, que tu, tonto, percebesses que nunca ninguém te amou como eu te amo.
Porquê por ti? Não são necessários porquês. O que interessa é que está cá dentro.


Nesta história, tive três pessoas que me apoiaram como ninguém, me suportaram e com elas eu nunca caí, que me deram fortes palavras de apoio e carinho.

Obrigada, Catarina, por ouvires todas as minhas queixas, todos os gritos de lamento que chorei ao teu ombro. Não serão precisas mais palavras para descrever o quanto eu agradeço por te ter a meu lado. E digo, mais uma vez, melhor amiga só há uma.

Obrigada, Tatiana Gonçalves, por me fazeres sorrir, todos os dias, com as tuas tontices minha princesinha, por estenderes sempre os braços e não me deixares cair com esse teu sorriso enorme xoxo. És importante.

Obrigada, Augusta, por me dares tanto apoio, tornaste-te tanto, e eu agradeço pela tua presença constante. ÉS FANTÁSTICA E UMA PRINCESA DAS ASTÚRIAS.
Aos outros que me acompanham todos os dias, não me esqueço de nenhum de vocês.


Acabou-se. Não vou chorar mais. Por ti, não vou.
Amo-te.


sábado, 12 de junho de 2010

dragonforce (L)



melhor speed metal EVAR.
sejam felizes, jen.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

bff

não consigo ser feliz, não consigo enquanto vejo a miúda que mais amo neste mundo assim, sempre tão em baixo, ainda por cima pela razão que eu já senti na pele e sei o quanto custa.
é o que eu digo, tudo vai melhor, para as duas.
-carolina, sabes que estou aqui para te apoiar em tudo, sempre.


um grande, enorme, OBRIGADA.

«melhor amiga, há só uma».

sábado, 29 de maio de 2010

por mim.

não vou deixar de lutar por serem 2 meses; não vou deixar de lutar por não me amares como te amo a ti; não vou deixar de lutar porque sou lutadora; não vou deixar de lutar porque é o que o coração me manda fazer; não vou deixar de lutar até uma resposta, sólida, decente: a que nunca me deste; não vou deixar de lutar por nao quereres agora; NÃO VOU DEIXAR DE LUTAR, POR TI.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

tretas

não passam de MERDAS e de coisas sem sentido, mas sim, às vezes eu escrevo cenas que até nos passam pela cabeça como coisas normais, mas não, isso é só mesmo às vezes.

alguém que me diga o que fazer, estou mesmo a ficar sem paciência.
mas porque é que tem de rodar tudo à tua volta? não vivi feliz 14 anos antes de amar alguem?

DIGAM-ME se não, porque vivi.

sábado, 15 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

will

eu amo-te a ti, e isso não vai morrer.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Texas, 13 de Julho de 2012

Eu olhava as áridas e secas plaquetas do chão do deserto, o vento levava pequenas bolas de ramos que fora apanhando do chão, e trazia-me a mim, à porta da gruta que dava acesso a Oxford, aquela mística e mágica passagem de um lado do mundo para o outro, uma leve brisa quente. Encostada àquela grande pedra, tinha a pele a latejar de tanto incansável calor. Embora estivesse na sombra, nunca tinha aguentado aquilo noutra altura da minha vida. «Definitivamente,» pensei «Nova Iorque não tem nada a ver com isto.»

Andrew respirava fundo contra a rocha; parecia exausto. Teria razões para estar, se tivéssemos ido para Meridian, a Cidade Negra, mas não. Estávamos há um mês a treinar a concentração, a sentir a energia externa, a sentir o poder por que tínhamos realmente sido escolhidos.

Ele levantou-se lentamente, e entrou na velha carrinha vermelha, parada em frente à entrada da gruta. Em tronco nu, sentia-lhe as pingas do suor na pele a cair-lhe pelas costas. Afagou os cabelos para baixo, e sentou-se no banco do condutor, deixando morrer as costas no banco.

- Jodi. – Arrependi-me num ápice lhe ter lido o pensamento:
- Vem.

Todavia, por desejo, acedi. Com um pouco de esforço, tentei poupar a minha perna ferida e, cambaleando até ao carro, fitava Andrew pela parte de trás da carrinha.
A porta do passageiro estava aberta. Deslizei até ao banco, senti-o a fitar as minhas pernas, e o seu medo dos meus olhos âmbar.
Guardei a vergonha e virei-me para ele, devagar.

- Jodi, tu não tens a noção de como me sinto.

Não escondas Andrew, não recues!

- Quero-te tanto. E não te posso ter.

Esquece as regras. Esquece-as por mim, por nós!

- Jodi! – Gritou, num acto de desespero, atirando a mão para o banco. Virei a cara para o lado oposto a Andrew, e senti a cara molhar-se. Não queria chorar, no entanto, era como privar uma criança de o ser.

- Não consigo. – Pára Andrew! Pára!
- Jodi! – Andrew!

Levou a mão à testa, e fê-la deslizar pela face, virando a cara para mim de novo. Fitava o meu ombro, e tocou-lhe levemente com o dedo. Por onde ele passava, deixava um trilho de pólvora, que me aquecia mais do que qualquer calor do deserto. Fez-me suspirar com os olhos cerrados, buscava adrenalina, prazer.

- Não… Jodi… - Sim, oh, sim. Não parou. Agarrou-me o braço por completo e voltou a minha cara no seu sentido. Fitava os meus olhos, e eu os seus. Aqueles olhos esmeralda, encandeavam-me com o seu brilho.
Pegou o meu queixo, e com o polegar massajou-me os lábios. Aproximou-se, devagar, receoso, até eu o sentir perto, tão perto. Até sentir.

Nada comparado ao beijo inocente de à dois anos atrás. Uma explosão, o grande BigBang, uma erupção de paixão naquele beijo. Passava a mão pelas minhas ancas, e procurou o meu pescoço. Beijou-o carinhosamente e, chegando ao fim da camisola que tinha vestida, voltou a escalar o meu corpo, com a camisola consigo. O meu corpo gritava de excitação, insaciável por cada toque, cada beijo, cada trilho ardente que me cravava na pele. Queria mais. Queria-o.

terça-feira, 4 de maio de 2010

a qi

a wise king once said
«we are one».

Kiara, King Lion II.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

a primeira vez.

não, não tem a ver com sexo.
prometi ser boazinha, já que é a primeira vez.

deixo-vos com a minha estupidez, e vamos ao que interessa.
será pedir demais que os professores limpem os cantos da boca? aquelas coisinhas brancas irritam.
mais uma coisa. ah, estás ai. chamo-me carolina, mas trata-me por jennie/jen. pronto, não penses. «o que é que carolina tem a ver com jennie?» um pergunta muito normal para alguém tão parvo como tu. mas eu vou explicar. estava eu e mais um grupo de amigos, a ver um filme, e uma das personagens chamava-se jennie e ela era parecida comigo. contente? há dois anos para cá, que me ''auto-chamo'' de jennie.
revelei bastante estupidez agora, ahm? *riso sarcástico*
tenho 14 anos, e sou SUPER HIPER MEGA RI-dependente da minha melhor amiga. sim, ela pode ser parva, e estupida, e gozona, mas é a miuda mais linda e mais querida deste mundo.
enfim, lá saberei o que digo.
pode-se dizer que ADORO tocar guitarra, acho que toco por volta de duas horas por dia (em dias normais). quero formar-me em biologia, mais propriamente em zoologia, adoro animais selvagens, o meu sonho é ir trabalhar como observadora para as savanas de áfrica, ou para florestas tropicais do paraguai. toda a gente me diz que devo seguir artes, porque dizem que tenho talento e blablabla.
pois, sou o renascimento da fátima lopes.
sem liftings.
nem botox.
nem silicone.
basicamente, sou uma miuda (praticamente) normal.