sábado, 29 de maio de 2010

por mim.

não vou deixar de lutar por serem 2 meses; não vou deixar de lutar por não me amares como te amo a ti; não vou deixar de lutar porque sou lutadora; não vou deixar de lutar porque é o que o coração me manda fazer; não vou deixar de lutar até uma resposta, sólida, decente: a que nunca me deste; não vou deixar de lutar por nao quereres agora; NÃO VOU DEIXAR DE LUTAR, POR TI.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

tretas

não passam de MERDAS e de coisas sem sentido, mas sim, às vezes eu escrevo cenas que até nos passam pela cabeça como coisas normais, mas não, isso é só mesmo às vezes.

alguém que me diga o que fazer, estou mesmo a ficar sem paciência.
mas porque é que tem de rodar tudo à tua volta? não vivi feliz 14 anos antes de amar alguem?

DIGAM-ME se não, porque vivi.

sábado, 15 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

will

eu amo-te a ti, e isso não vai morrer.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Texas, 13 de Julho de 2012

Eu olhava as áridas e secas plaquetas do chão do deserto, o vento levava pequenas bolas de ramos que fora apanhando do chão, e trazia-me a mim, à porta da gruta que dava acesso a Oxford, aquela mística e mágica passagem de um lado do mundo para o outro, uma leve brisa quente. Encostada àquela grande pedra, tinha a pele a latejar de tanto incansável calor. Embora estivesse na sombra, nunca tinha aguentado aquilo noutra altura da minha vida. «Definitivamente,» pensei «Nova Iorque não tem nada a ver com isto.»

Andrew respirava fundo contra a rocha; parecia exausto. Teria razões para estar, se tivéssemos ido para Meridian, a Cidade Negra, mas não. Estávamos há um mês a treinar a concentração, a sentir a energia externa, a sentir o poder por que tínhamos realmente sido escolhidos.

Ele levantou-se lentamente, e entrou na velha carrinha vermelha, parada em frente à entrada da gruta. Em tronco nu, sentia-lhe as pingas do suor na pele a cair-lhe pelas costas. Afagou os cabelos para baixo, e sentou-se no banco do condutor, deixando morrer as costas no banco.

- Jodi. – Arrependi-me num ápice lhe ter lido o pensamento:
- Vem.

Todavia, por desejo, acedi. Com um pouco de esforço, tentei poupar a minha perna ferida e, cambaleando até ao carro, fitava Andrew pela parte de trás da carrinha.
A porta do passageiro estava aberta. Deslizei até ao banco, senti-o a fitar as minhas pernas, e o seu medo dos meus olhos âmbar.
Guardei a vergonha e virei-me para ele, devagar.

- Jodi, tu não tens a noção de como me sinto.

Não escondas Andrew, não recues!

- Quero-te tanto. E não te posso ter.

Esquece as regras. Esquece-as por mim, por nós!

- Jodi! – Gritou, num acto de desespero, atirando a mão para o banco. Virei a cara para o lado oposto a Andrew, e senti a cara molhar-se. Não queria chorar, no entanto, era como privar uma criança de o ser.

- Não consigo. – Pára Andrew! Pára!
- Jodi! – Andrew!

Levou a mão à testa, e fê-la deslizar pela face, virando a cara para mim de novo. Fitava o meu ombro, e tocou-lhe levemente com o dedo. Por onde ele passava, deixava um trilho de pólvora, que me aquecia mais do que qualquer calor do deserto. Fez-me suspirar com os olhos cerrados, buscava adrenalina, prazer.

- Não… Jodi… - Sim, oh, sim. Não parou. Agarrou-me o braço por completo e voltou a minha cara no seu sentido. Fitava os meus olhos, e eu os seus. Aqueles olhos esmeralda, encandeavam-me com o seu brilho.
Pegou o meu queixo, e com o polegar massajou-me os lábios. Aproximou-se, devagar, receoso, até eu o sentir perto, tão perto. Até sentir.

Nada comparado ao beijo inocente de à dois anos atrás. Uma explosão, o grande BigBang, uma erupção de paixão naquele beijo. Passava a mão pelas minhas ancas, e procurou o meu pescoço. Beijou-o carinhosamente e, chegando ao fim da camisola que tinha vestida, voltou a escalar o meu corpo, com a camisola consigo. O meu corpo gritava de excitação, insaciável por cada toque, cada beijo, cada trilho ardente que me cravava na pele. Queria mais. Queria-o.

terça-feira, 4 de maio de 2010

a qi

a wise king once said
«we are one».

Kiara, King Lion II.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

a primeira vez.

não, não tem a ver com sexo.
prometi ser boazinha, já que é a primeira vez.

deixo-vos com a minha estupidez, e vamos ao que interessa.
será pedir demais que os professores limpem os cantos da boca? aquelas coisinhas brancas irritam.
mais uma coisa. ah, estás ai. chamo-me carolina, mas trata-me por jennie/jen. pronto, não penses. «o que é que carolina tem a ver com jennie?» um pergunta muito normal para alguém tão parvo como tu. mas eu vou explicar. estava eu e mais um grupo de amigos, a ver um filme, e uma das personagens chamava-se jennie e ela era parecida comigo. contente? há dois anos para cá, que me ''auto-chamo'' de jennie.
revelei bastante estupidez agora, ahm? *riso sarcástico*
tenho 14 anos, e sou SUPER HIPER MEGA RI-dependente da minha melhor amiga. sim, ela pode ser parva, e estupida, e gozona, mas é a miuda mais linda e mais querida deste mundo.
enfim, lá saberei o que digo.
pode-se dizer que ADORO tocar guitarra, acho que toco por volta de duas horas por dia (em dias normais). quero formar-me em biologia, mais propriamente em zoologia, adoro animais selvagens, o meu sonho é ir trabalhar como observadora para as savanas de áfrica, ou para florestas tropicais do paraguai. toda a gente me diz que devo seguir artes, porque dizem que tenho talento e blablabla.
pois, sou o renascimento da fátima lopes.
sem liftings.
nem botox.
nem silicone.
basicamente, sou uma miuda (praticamente) normal.