terça-feira, 10 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
não é michael jackson.
Não sei bem por onde começar…
Toda esta história começou em Abril, quando eu, estupidamente ou não, senti que amava alguém, pela primeira vez.
É difícil dizer o quando cresci, as coisas que aprendi, aquilo que disse, que hoje já não concordo, porque, sim, o amor cega. Não falando de aspectos, mas de sentimentos. Mesmo que tudo vos diga que não, esse tudo vos lembra dessa pessoa. Toda a gente tem de se chamar Miguel, e todas as marcas são Garcia qualquer coisa, e tudo tem que relembrar palavras, momentos, sensações.
Sim, Miguel Garcia.
Foi bastante simples chegar à conclusão de que te amava. Mas nunca chegarei à conclusão que te quero esquecer. Não quero, não me deixo fazê-lo. Não consigo, nem mesmo longe, noutro país, noutro mundo. Quem ama, nunca o quereria.
Por tudo aquilo que me mata, muito para além de tudo o que tenho passado, dito, errado, feito, enfim; tu és sem dúvida, o melhor, e o pior.
O melhor, porque me fazes sorrir, orgulho-me de quem gosto e de quem tu és. Apaixonei-me por esse teu sorriso maroto, o teu sentido de humor. A tua voz, ah; essa galdéria.
O pior, porque talvez tu não compreendas mesmo que aqui não há culpas, não há esperanças, não há prémios. Tu abafas tudo isso. Muitas vezes me dizes que complico. Já percebi, finalmente, já percebi. Aquilo a que chamas “complicar”, sou eu perguntar-te aquilo não me queres responder: aquilo que quero saber, o que me interessa a mim. Se puxo por ti, recuas, fechas-te em copas. Isso magoa, principalmente se um dia me pediste desculpa porque sabias o que era amar alguém que nos despreza, de propósito ou não, com poucas palavras, sem interesse.
«Já me esqueceste?».
Não me esqueci, e ficou mais marcado que a merda que me cravaste com a tesoura no braço.
«Sou forte por fora, por aguentar tanto tempo; por dentro, sou fraca por não deixar a droga».
Fechei-te no meu coração, num sítio em que não te ame.
Toda esta história começou em Abril, quando eu, estupidamente ou não, senti que amava alguém, pela primeira vez.
É difícil dizer o quando cresci, as coisas que aprendi, aquilo que disse, que hoje já não concordo, porque, sim, o amor cega. Não falando de aspectos, mas de sentimentos. Mesmo que tudo vos diga que não, esse tudo vos lembra dessa pessoa. Toda a gente tem de se chamar Miguel, e todas as marcas são Garcia qualquer coisa, e tudo tem que relembrar palavras, momentos, sensações.
Sim, Miguel Garcia.
Foi bastante simples chegar à conclusão de que te amava. Mas nunca chegarei à conclusão que te quero esquecer. Não quero, não me deixo fazê-lo. Não consigo, nem mesmo longe, noutro país, noutro mundo. Quem ama, nunca o quereria.
Por tudo aquilo que me mata, muito para além de tudo o que tenho passado, dito, errado, feito, enfim; tu és sem dúvida, o melhor, e o pior.
O melhor, porque me fazes sorrir, orgulho-me de quem gosto e de quem tu és. Apaixonei-me por esse teu sorriso maroto, o teu sentido de humor. A tua voz, ah; essa galdéria.
O pior, porque talvez tu não compreendas mesmo que aqui não há culpas, não há esperanças, não há prémios. Tu abafas tudo isso. Muitas vezes me dizes que complico. Já percebi, finalmente, já percebi. Aquilo a que chamas “complicar”, sou eu perguntar-te aquilo não me queres responder: aquilo que quero saber, o que me interessa a mim. Se puxo por ti, recuas, fechas-te em copas. Isso magoa, principalmente se um dia me pediste desculpa porque sabias o que era amar alguém que nos despreza, de propósito ou não, com poucas palavras, sem interesse.
«Já me esqueceste?».
Não me esqueci, e ficou mais marcado que a merda que me cravaste com a tesoura no braço.
«Sou forte por fora, por aguentar tanto tempo; por dentro, sou fraca por não deixar a droga».
Fechei-te no meu coração, num sítio em que não te ame.
BS ~
Eu fazia anos e estávamos deitados na relva, a observar as estrelas daquele céu brilhante, mais do que o habitual. Uma noite quente de verão.
Phil pegou-me na mão, lentamente, virando-se para mim, curvando o corpo, até me chegar aos lábios. Sentia-lhe o calor das costas, rasgava-as com as minhas mãos. Desceu para o pescoço, beijando cada espaço, preenchendo cada desejo.
Desceu a mão até à minha anca, e com o indicador, pescou algo dentro da minha camisola. Subiu e abraçou-me. Deixei-me ir com ele, deixei-me ser seduzida, deixei-me de tretas.
Trocámos olhares, sorrisos; rodávamos, escaldantes e agarrados, por aquele prado enorme. Via a lua nos seus olhos azul-safira, e fechei os meus. Beijei. Sentia-lhe a respiração quente e pausada na pele.
Tirou-me a camisola lentamente, deixou-me quente, e deslizou a mão pela minha coluna até à nuca, sempre colado aos meus lábios. Passou a mão pelo meu cabelo, sedoso, e puxou-o delicadamente para trás; agora, acariciava-me o peito, massajava-me o pescoço com todos aqueles mimos, enquanto lhe puxava a t-shirt para cima.
Escorregou as mãos e colocou-as por baixo da minha saia, pressionava as minhas pernas carinhosamente, e sorriu, fitando os meus olhos.
- Vai – disse-lhe.
Aproximou-se, e sussurrou ao meu ouvido:
- Amo-te.
- Não digas nada que já sei.
Phil pegou-me na mão, lentamente, virando-se para mim, curvando o corpo, até me chegar aos lábios. Sentia-lhe o calor das costas, rasgava-as com as minhas mãos. Desceu para o pescoço, beijando cada espaço, preenchendo cada desejo.
Desceu a mão até à minha anca, e com o indicador, pescou algo dentro da minha camisola. Subiu e abraçou-me. Deixei-me ir com ele, deixei-me ser seduzida, deixei-me de tretas.
Trocámos olhares, sorrisos; rodávamos, escaldantes e agarrados, por aquele prado enorme. Via a lua nos seus olhos azul-safira, e fechei os meus. Beijei. Sentia-lhe a respiração quente e pausada na pele.
Tirou-me a camisola lentamente, deixou-me quente, e deslizou a mão pela minha coluna até à nuca, sempre colado aos meus lábios. Passou a mão pelo meu cabelo, sedoso, e puxou-o delicadamente para trás; agora, acariciava-me o peito, massajava-me o pescoço com todos aqueles mimos, enquanto lhe puxava a t-shirt para cima.
Escorregou as mãos e colocou-as por baixo da minha saia, pressionava as minhas pernas carinhosamente, e sorriu, fitando os meus olhos.
- Vai – disse-lhe.
Aproximou-se, e sussurrou ao meu ouvido:
- Amo-te.
- Não digas nada que já sei.
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